San Francisco visto de um Cable Car


Começamos nosso passeio com a vista de San Francisco a partir do barco que no trouxe de volta da 

Tendo a segunda maior densidade demográfica nos Estados Unidos, San Francisco abriga uma diversidade étnica e cultural ímpar. Esta diversidade se reflete na mistura complexa entre o moderno e o antigo, entre o conservador e o liberal. San Francisco é uma cidade de belos contrastes. Seu tempo instável e seu verão frio, devido às correntes vindas do Oceano Pacífico. Incorretamente se atribui a Mark Twain a frase “O inverno mais frio que passei foi um verão em San Francisco. E a cidade coberta de névoa se transforma rapidamente. Um céu completamente nublado se transforma em um magnífico limpo céu azul em questão de meia hora. 

Rica em gaivotas e albatrozes (daí o nome de Alcatraz), a gente cansa de fotografar estes bichos voando. Mas esta foto ficou tão legal que não resisti em postá-la aqui.

Um grande charme de San Francisco é a Golden Gate. Se você for para a

 vai encontrar uma foto da Golden Gate em destaque. Já dediquei uma página a ela,

.

Bem, chegando aos piers, fomos passear de Cable Car. Os Cable Cars são um elemento nostálgico da cidade. Um espécie de bondes tracionados por cabos subterrâneos, este meio de transporte curioso atrai tanto turistas como moradores da cidade, tanto por sua peculiaridade quanto pela sua simplicidade. É a maneira mais rápida de ir do Fisherman’s Wharf para a Union Square. A bem da verdade, eu já tinha desistido deste passeio, mas lá no outro lado tinha uma loja da

. Não que me interesse, claro.

Surpreendente que num país tão neurótico com segurança e leis exista um meio de transporte público onde as pessoas não apenas fiquem um tanto quanto amontoadas, mas que também fiquem meio que penduradas do lado de fora dos vagões. Não é grande a velocidade então o risco também não é grande. Se fosse na Índia (ou no Brasil, porque não?), ia gente até no teto.

Vamos ao passeio. Começando na Ghirardelli Square, segundo pela Hyde Street, lá vamos nós.

Como eu teria que me segurar com uma mão e fotografar com a outra, não dava pra pensar em fotometria. Pela primeira vez coloquei minha câmera no modo Programa (P) que é o modo mais próximo do automático que ela possui. Saí clicando, tentando compor da melhor maneira que consegui.

Na primeira subida a Carina me chamou a atenção para a linda vista da Golden Gate. Se eu tivesse tido tempo eu teria trocado a lente, colocado um tripé e feito uma foto trabalhada. Nada, tive 2 segundos para apontar e clicar. Ficou legal! O fim do dia trouxe belas cores ao céu.

De dentro do Cable Car temos a sensação de estar em um bode, o que não deixa de ser verdade. Os meninos se divertiam com os solavancos.

O ponto de vista é privilegiado. Numa cidade deste tamanho não podemos nos dar ao luxo de parar em uma esquina para fotografar uma fachada sem causar um transtorno no trânsito.

Todo mundo traz sua câmera a mão e quem não tem câmera usa o celular. A vista é muito bonita para ficar parado. O importante é aproveitar enquanto há luz do dia.

A cidade continua se movimentando, mas  a preferência é do Cable Car. Esta peça antiga e, por que não, ultrapassada de transporte é respeitada e aceita pela cidade. Faz parte de ser San Francisco.

As luzes da noite animada de San Francisco começam a ser o ponto de interesse nas fotos. Para quem está há quase um mês na pacata Mountain View a agitação noturna de San Francisco é empolgante.

Estamos chegando ao nosso destino, já na esquina da Union Square. Já é noite e a cidade se transforma.

Hora dos meninos voltarem para casa.

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