A volta ao mundo em 80 dias


Já faz algum tempo que comecei a ler os clássicos da literatura mundial. A escolha se deu não por razões culturais, mas principalmente por que estes livros são de domínio público e há diversos programas para baixá-los e lê-los no celular. Quando o sono não vem, leio um clássico.

” é o segundo livro que li escrito por 

, autor francês do século 19 considerado o pai da ficção científica capaz de prever invenções e conquistas consideradas impossíveis em seu tempo, como o submarino nuclear e a viagem a lua, por exemplo. 

A volta ao mundo em 80 dias conta a aventura de Phileas Fogg, um excêntrico cavalheiro inglês que apostou com seus amigos que seria possível dar a volta inteira ao mundo em 80 dias. Acompanhado de seu recém contratado mordomo, o francês Passepartout. Como na época não existia aviões, o trajeto teria que ser feito por terra e mar, e diversos meios de transporte foram utilizados para conseguir realizar a façanha. Muitos obstáculos dificultaram e tornaram impossível o cumprimento da tarefa. Como tenho certeza de que você está ansioso para começar a leitura deste clássico da literatura, não vou contar os detalhes para não atrapalhar sua diversão. Afinal, sei que você gasta mais tempo na leitura do que na Internet :-)

Não podemos pegar uma carona com o Dr. Emmet Brown e participar da aventura de Phileas Fogg, mas podemos imaginar como diversos meios de transporte nos levariam à uma divertida e inusitada aventura ao redor do planeta. Quanto tempo levaríamos?

Para não perdermos tempo, as bicicletas de longa distância em asfalto nos dariam uma boa largada, nem que fosse para dar uma volta na Pampulha.

Chegando no Aeroporto da Pampulha podemos tentar pegar um vôo da Tam para algum lugar, caso ele não seja cancelado ou não esteja em overbooking. Outra opção seria o AeroLula.

Talvez a chance seja maior com alguma nave do império.

As naves imperias seriam excelentes para nos levar ao país da fantasia. Para compensar o devaneio e recuperarmos o tempo perdido, nada como um verdadeiro campeão das pistas e hábil na reconstrução de estradas.

Uma vez na Rota 66, desviamos até a Nasa na Califórnia e pegamos uma carona na última viagem dos ônibus espaciais. Como ela está sendo sempre adiada, talvez não seja uma idéia tão boa. (Mesmo porque, eles são lançados do Cabo Canaveral, na Flórida).

Já que estamos na costa oeste, um transporte marítimo pode ser útil.

Chegando à Índia, um rickshaw pode ser a opção mais em conta.

Como não entendemos nada do que o motorista, piloto ou condutor disse, e desconfiamos do serviço já que nem o taxímetro está funcionando,

vamos de ônibus mesmo.

Como a esperança de completar a volta ao mundo já acabou, vamos procurar nos divertir. Que tal alguma montanha cheia de neve? O caminho é ladeira abaixo. Vale tudo.

Conseguimos um cavalo, que nos serviu de transporte enquanto havia capim. 

Acabou o capim, o cavalo empacou. Por sorte, estávamos perto de uma estação de trem.

De trem, fomos para o Atlântico.

Tivemos alguns contra-tempos no caminho de volta para a América, mas como já estávamos perto da costa, fomos devidamente resgatados.

Para fechar a viagem, resolvemos, como na partida, usar algum veículo de propulsão humana. Dando um gás perto do final, chegamos rápido.

Claro que a minha estória maluca não se compara com o livro que li. Mas certamente é mais ilustrada.

 

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