O Vale Sagrado dos Incas


Hoje fomos conhecer o Vale Sagrado dos Incas, um vale situado a quase 3 mil metros acima do nível do mar, onde dezenas de comunidades vivem preservando uma cultura antiga. Também chamado de Vale do Urubamba, fica entre Cuzco e Machu Picchu. Diversos sítios arqueológicos ficam presente neste vale.

Pode-se experimentar da culinária típica. Nesta foto vemos a preparação do Cuy. É um porco da índia que é despelado, limpo, recheado e assado. É uma iguaria. Sinceramente, parece um rato, tem uma aparência muito nojenta e eu vou ficar sem provar.

É (ou foi) uma região rica em recursos naturais. Diversos rios afluem ao rio Urubamba, tornando a agricultura a principal economia da região. Esta abundância, derivada dos múltiplos micro-climas existentes no vale, é que lhe deu o título de ‘sagrado’. Para os Incas, a terra lhes possibilitava a vida, e por isto, era sagrada. A produção de jóias de prata (pura e misturada) é um destaques.

Andando pelo mercado a gente quase tropeça em crianças e adultos vestidos a caráter para posar para turistas. Assim que ouviram o clique da câmera, as meninas se debatiam, esticando as mãos, para ver quem ia conseguir pegar as moedas.

Na feira há uma diversidade de frutas, algumas que eu nunca havia visto. Perguntei o nome de cada uma delas e não consegui gravar. Todas tinham algo como ‘chakapuka’ no nome.

O legal é que a feira de artesanato é um festival de cores, tendo a cordilheira ao fundo. É impressionante, independente da direção para onde você olha.

Fechamos o passeio em Ollantayatambo, que era onde ficava o palácio do imperador

. É uma escadaria imensa, toda em pedra, que leva a uma vista fantástica do outro lado da montanha. Lá encontramos umas pedras gigantes que foram levadas sobre troncos roliços através de uma rampa enorme cavada na montanha. Acredita-se que cada construção levou de 60 a 70 anos para ser construída

Aqui uma visão do local onde as pedras chegavam. 

Veja

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