Pobre na Neve


E o povo mineiro foi para os estrangeiro e lá resolveu fazer coisa de gente chique: Esquiar.

Mineiro já não tem muita familiaridade com água… imagina com neve. Até a hora de sair, a festa era o gelo e a neve em frente de casa.

Achando que seria simples, saímos de casa já era 9:30, esperando encontrar aula de esqui na estação de esqui mais badalada da redondeza. Bem, para o garoto de 4 anos era sem chance e para os outros três de 7 anos só teria jeito se falassem inglês. Agendamos para o dia seguinte e fomos procurar o que fazer.

A primeira opção, descartada sumariamente, era de subir num teleférico a 30 dólares por pessoa, gastar mais 30 dólares por hora de brincadeira e ter a opção de uma bela vista. Claro que a vontade de fotografar o Lake Tahoe me despertou, mas 120 dólares por uma foto fica salgado, obrigado.

Seguindo a segunda dica, a gente deveria passar pelo KMart, comprar uns trenós de 10 dólares e levar os meninos para descer qualquer pirambeira de beira de estrada. Depois de 20 minutos chegamos ao KMart, compramos os brinquedos e fomos procurar onde usar.

Já chegando a meio dia, depois de 5 paradas procurando onde usar os tais trenós, chegamos, com fome, a um lugar promissor. O tal de Sno-Park.

Desce o equipamento todo, e vamos lá, numa descida de 5 metro tentar aprender a esquiar por conta própria.

Depois de quebrar um trenó, levar vários tombos e cansar de ouvir reclamação e choro de menino, resolvemos ir embora. Já era quase 2 da tarde e a fome estava apertando. Como o Kiko já estava se achando, ele ficou para levar mais uns tombos.

Enquanto a gente procurava onde almoçar, o Kiko liga quase chorando. Conseguiu a proeza de fechar o carro com a chave dentro. Deixando o Sushi de lado, passamos no KMart de novo, comprei um monte de junk food e fomos lá para o socorro.

Não adiantava ir para casa já que a chave de casa também ficou presa no carro. Foi um serviço bem feito!

Enquanto o chaveiro não chegava, abrigamos 7 pessoas (3 adultos e 4 meninos inquietos) no minúsculo Toyota Matrix (eu pedi um carro grande…), e esperamos por uma hora com o ar quente ligado até o chaveiro chegar. Ainda bem que abasteci pela manhã.

Cansado da bagunça no carro, resolvi sair para tirar umas fotos, e achei a corrente mais interessante que já tinha visto. Na falta de corrente, a gente resolve com cadeados:

Como para criança tudo é festa, o Gabriel veio me fazer companhia e tiramos mais algumas fotos.

No frigir dos ovos, custamos para ligar a lareira a gás, demorou para sair o macarrão e as duas garrafas de vinho fizeram bastante efeito, prejudicando o dominó que já tinha 2 peças faltando.

Tudo pelo todo, foi um dia bastante divertido.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.